Para pensar!


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Déficit de atenção, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade)


É o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados, e é tido como a principal causa de fracasso escolar.
Sinais e sintomas:
  • desatenção,
  • inquietude
  • impulsividade
Estastísticas:
O déficit de atenção está presente em cerca de 3% a 5% das crianças. Podendo ainda estar presente na vida adulta, contudo os sintomas pareçam mais suaves.

Tratamento:
Normalmente, baseia-se em medicamentos e psicoterapia.
As pesquisas demonstram que a atenção pode ser melhorada com exercícios, e que os mesmos também podem auxiliar no tratamento do déficit de atenção. No entanto, a questão não é tão simples assim.
Apesar deste transtorno ser chamado de déficit de atenção, é melhor definido como um problema no controle da atenção,  ao invés de apenas uma dificuldade  na habilidade de prestar atenção, complicado, não?
Saber distinguir esta peculiaridade, fundamentada por evidências neurocientíficas, é muito importante para a compreensão desse distúrbio tão impactante na sociedade.
Pais de crianças com TDAH, tem dificuldade de entender como que uma criança que passa horas num vídeo Game, possa ter um problema de atenção. Professores podem ficar confusos com um estudante que é totalmente dedicado à aula de música, mas é distraído ou disperso em outras aulas.

Colocar a atenção de forma apropriada para o sucesso escolar requer um grau de auto-controle maior  do que para deixar de lado uma atividade preferida e focar numa atividade  não tão interessante ou recompensadora.
Ainda não se sabe o que acontece de errado nos cérebros dos indivíduos com TDAH.
Algumas Teorias tentam explicar este transtorno, mas apesar de oferecerem pistas intrigantes, ainda não respondem todas as questões.São elas:
  • uma falha na inibição de reações,
  • um problema com a memória de trabalho,
  • a forma como a informação é processada no tempo,
  • padrões conflitantes de atividade neural.
Os tratamentos mais efetivos são os baseados em medicação e em estratégias comportamentais, pois o TDAH trata-se mais de um problema de conseguir fazer o que se sabe, do que de saber o que fazer.
Buscamos desenvolver métodos para os alunos com TDAH, devem ser lembrados regularmente das regras da sala de aula, transformar objetivos de longo prazo em objetivos de curto prazo, associados a recompensas.

Isto é mais um gerenciamento dos sintomas do que uma cura.Sendo assim quando o medicamento e as estratégias são interrompidos,os sintomas tendem a retornar. Por isso, o tratamento é de longo prazo e os sintomas melhoram à medida que o sistema de auto-controle do cérebro amadurece e o indivíduo aprende a aplicar essas estratégias ao longo da vida.

Durante os anos que trabalho com crianças portadoras de TDAH, e muitas vezes questionar o uso indiscriminado de medicação, passei  a pensar na plasticidade do cérebro, e na possibilidade de que crianças com TDAH tivessem resultados mais efetivos, fazendo exercícios cognitivos, os quais introduzia em suas Fonoterapias.
E para minha satisfação, os resultados foram animadores, o auto controle se dava bem mais rápido.

Bem, isto vem desde a década de 80, o computador estava engatinhando, custo inviável para colocar em terapia, nem existiam muitas opções, era tudo criado com o que se tinha nas mãos...papéis, lápis, tesoura.Era trabalho de criação. Com isto exercitava o cérebro a cada nova sessão, tanto o cliente, como eu mesma.
Vale saber que hoje ainda utilizo destes recursos artesanais.

Em Pleno século XXI, onde os computadores tomaram conta e as crianças os preferem ao lápis e papel, pesquisas foram intensificadas para o uso do computador em Treinamentos. 

 “ Por exemplo, pesquisas recentes demonstraram que um treinamento computadorizado para memória de trabalho diminuiu os sintomas de TDAH e que esse benefício persistiu além da duração do treino em si. Também existe uma série de estudos em neurofeedback, um tipo de tratamento que tenta ensinar os indivíduos a alterar e controlar aspectos básicos do funcionamento cerebral, em que mudanças duradouras também foram relatadas...
O campo do treinamento cerebral computadorizado para ajudar nos casos de TDAH ainda é muito recente, mas já possui muitas evidências animadoras e não há contra-indicação. 

Portanto, se você possui déficit de atenção, experimente exercitar sua memória de trabalho e sua atenção através de desafios variados, como os oferecidos pelo Cérebro Melhor, e veja como isso funciona para você.Texto: Cérebro Melhor"
  




Silvia Garcia, Fonoaudióloga

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Superação

Eu e o Computador
O que garante o Sucesso é o que você tem em sua Alma…Seu maior inimigo é você mesmo, portanto, supere-se…estude, se conheça e vá a luta; não espere que caia do céu ou que Alguém faça por você aquilo que lhe cabe!

Quando uso toda minha inteligência, criatividade e disposição em minha vida e em meu trabalho, o Dever se confunde com a Paixão e o Prazer.

Sempre buscamos o lugar e a hora certa, siga sua intuição…O lugar e a hora que você tem é o AGORA, AQUI! Agora nunca é tarde para Mudar e Recomeçar!!!

“Quem não arrisca não petisca”, portanto …Arrisque se, aprenda com seus erros, não tenha medo de Errar!

Eu,Silvia (troque por seu nome), sou a melhor Silvia Garcia que posso ser hoje, com o que tenho hoje; amanhã poderei até ser melhor…Minha vida é minha responsabilidade, todos nós possuímos tudo que precisamos para chegar ao $uce$$o!

Arregace as mangas e vamos trabalhar!




Silvia Garcia, Fonoaudióloga

domingo, 4 de setembro de 2011

Gagueira Infantil


Um dos problemas de Fala e Linguagem que preocupam os pais de crianças na faixa etária dos três anos aos sete anos é a “Gagueira”, que é manifesta com a dificuldade de manter a fluência da fala, eles causam dúvidas, desconforto e, por muitas vezes, desorientação. 
O que precisamos saber sobre esta disfluência se é parte do processo de aquisição de linguagem da criança, ou se ela de fato representa o que os especialistas chamam Gagueira do Desenvolvimento, que surge antes da puberdade, geralmente entre dois e cinco anos sem dano cerebral aparente , outra causa conhecida. 
A disfluência é um fenômeno comum enquanto as crianças estão estruturando sua linguagem. Essa disfluência pode sinalizar o início do processo de gagueira, por isso é importante que os pais de crianças que apresentam alguma disfluência, procurem um fonoaudiólogo.
O Fonoaudiólogo conta com descobertas que podem definir a gagueira, como um problema que afeta áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, que interferem no controle motor da fala ou não. Isto elimina a possibilidade da gagueira do desenvolvimento ser provocada por algum acontecimento ou trauma do mundo exterior. O fato da criança encontrar-se em situações acolhedoras por si só  não é suficiente para que ela deixe de gaguejar.
Bem, não estou aqui para apavorar os pais, quero apenas dizer que deve ser vista com carinho qualquer manifestação na fala da criança.
Se seu filho (a) “gagueja”, você pode se orientar com:
  • Fale com a criança sem pressa e com pausas freqüentes. Espere alguns segundos antes de você começar a falar quando filho terminar de falar. A fala lenta e relaxada é muito mais eficaz do que criticar ou dizer: fale devagar, repita mais devagar. 
  • Evite fazer muitas perguntas ao mesmo tempo. Elas falam mais livremente ao expressar suas próprias idéias ao invés de responder às perguntas dos adultos. Faça comentários sobre o que seu filho disse, em vez de perguntar,  mostrando que você está prestando atenção. 
  • Utilize expressões faciais e linguagem corporal para demonstrar ao seu filho que você está mais atento ao conteúdo da mensagem do que à sua forma de falar. 
  • Dê  atenção ao seu filho,diàriamente. Deixe que ele escolha o que gostaria de fazer. Permita que ele dirija as atividades, decidindo se quer falar ou não. Quando você falar, utilize uma fala lenta, tranqüila, relaxada e com pausas frequentes. Este momento calmo pode aumentar a auto-confiança da criança pequena, porque ela vai saber que o pai ou a mãe aprecia a sua companhia. Conforme a criança se torna mais velha, pode ser um momento em que se sente confortável para falar de seus sentimentos e experiências com o pai ou a mãe. 
  • Auxilie todos os membros da família a aprender a escutar e esperar sua vez de falar. Para as crianças é mais fácil falar quando há poucas interrupções e quando contam com a atenção do ouvinte, evite interromper. 
  • Observe como você se relaciona com seu filho. Sempre que puder, mostre que você está prestando atenção ao que ele está falando e que ele pode utilizar o tempo que precisar para falar. Procure evitar a crítica, o falar rápido, as interrupções e as perguntas freqüentes. 
  • Acima de tudo, faça seu filho saber que você o aceita como ele é. O mais importante para o seu filho será o seu apoio, quer ele gagueje ou não.
"Superar a gagueira é mais uma questão de perder o medo de gaguejar do que esforçar-se para falar melhor".

Se persistir os sintomas procure o profissional especializado.




Silvia Garcia, Fonoaudióloga

sábado, 3 de setembro de 2011

Oficina do Saber: Trabalho Mental X Trabalho Braçal


O meu sonho e de muitas outras pessoas é ter uma renda extra ou largar o emprego ganhando dinheiro na net.

Este termo Ganhar é inadequado, pois é necessário, muita disciplina e trabalho, não é Mágica, nem mesmo sorte.É TRABALHO MENTAL, embora existam pessoas que não vêem isso como tal.
 

É sim muito possível conseguir uma renda considerável, aplicando os ensinamentos de quem já está algum tempo nesta  Estrada Cibernética.

Aprender os primeiros passos, ir melhorando aos poucos, entre erros e acertos pode se chegar lá.


Temos que ter a humildade de saber que, por mais que eu saiba tenho algo para Aprender.

Hoje em dia é tudo muito simples, nem precisa ter habilidade técnica, mas não é fácil.

Depois de muito estudo e trabalho, começo a colher os frutos.


Não tenha pressa, nem desanime é um trabalho lento, temos que ter persistência; mas o resultado aparece.


$uce$$o Garantido.


Boa Sorte



$ilvia Garcia

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Atuação do Fonoaudiólogo


O Fonoaudiólogo atua em Clínicas, Ambulatórios, Consultórios, Hospitais, Asilos e Maternidades, públicos, privados e filantrópicos e Home care com convênios em diversas entidades.















Justiça
Realiza perícias técnicas e assessorias em casos de ações cíveis e criminais

relacionadas à Fonoaudiologia,( exemplo:comparações de voz gravadas).


Geriatria

As alterações da comunicação podem estar relacionadas ao processo normal de envelhecimento, como perda da audição, alterações da voz, da

motricidade oral e deglutição e de linguagem.

Mas deve-se atentar também para condições patológicas como as síndromes

afásicas e as demênciais.

Qualquer que seja a causa (fisiológica ou patológica), a perda da interação

interpessoal sempre causará angústia e frustração para o paciente, para o cuidador e família, podendo levar ao isolamento social.

O profissional poderá utilizar abordagem objetiva para avaliação e o tratamento

individual dos distúrbios específicos de fala, deglutição, voz, linguagem e audição.



Educacional

Prevene através de uma abordagem educacional, problemas relacionados à

aprendizagem, fala, voz, respiração e alimentação; auxiliando crianças com dificuldade de aprendizado.

Orienta pais e professores, triando o aluno e prestando consultoria e assessoria à equipe pedagógica;

Prevene problemas vocais nos educadores, minimizando o ruído ambiental e desenvolver os padrões da voz e audição,evitando assim o afastamento do profissional.



Empresarial

Diagnostica baixa acuidade auditiva através de testes específicos, criando e implantando  Programa de Conservação Auditiva.

Prevene, examina e desenvolve os padrões da voz e audição nas indústrias e escolas.



Saúde

Pesquisa, avalia e trata de distúrbios na sucção, deglutição, mastigação, respiração, fala e linguagem em vítimas de Acidentes Vasculares Cerebral e/ou outras doenças neurológicas.



Silvia Garcia, Fonoaudióloga
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