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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Qual o Papel do Fonoaudiólogo diante das Disfunções Temporomandibulares?

 Disfunções Temporomandibular (D. T. M)

Para se falar em Disfunção Temporomandibular(D.T.M) é preciso saber o que é uma Articulação Temporomandibular(A.T.M).


A.T.M  é formada por várias estruturas internas e externas, é um sistema capaz de realizar movimentos complexos; onde a mastigação, deglutição e fonação dependem da função, saúde e estabilidade  da A.T.M. 





Articulação Temporomandibular


A Oclusão dental e o Equilíbrio Neuromuscular  devem se dar  harmonicamente para que  a A.T.M  funcione de forma adequada. 


Caso contrário provoca uma disfunção temporomandibular; que tem uma  etiologia multifuncional, isto é não apresenta uma única causa, onde vários aspectos interferem que são:

  • Alterações na oclusão; perdas e / ou desgastes dentários, má  adaptação de próteses, cáries, restaurações inadequadas.
  • Lesões traumáticas ou degenerativas da A.T.M .
  • Problemas esqueléticos ( formação  óssea ) .
  • Fatores psicológicos; provocam tensão e aumentam a atividade muscular, gerando espasmos e fadigas .
  • Hábitos para funcionais; roer unhas, a apoiar a mão na mandíbula, posturas inadequadas da mandíbula , fumar, morder objetos , sucção de dedo ou chupeta e bruxismo .

 Disfunção temporomandibular (D.T.M) inclue problemas relacionados à A.T.M, como também Distúrbios Funcionais do Sistema  Mastigatório .


Para se tratar uma D.T.M, devemos saber quais os fatores causadores estão envolvidos, pois exige um profundo conhecimento sobre esta desordem, como conhecimento de neurofisiologia, métodos de diagnósticos, comportamento e do paciente com sinais e sintomas articulatórios  e métodos mais eficientes.

A maioria das vezes um trabalho multidisciplinar se faz necessário;  o Fonoaudiólogo, não deve trabalhar isoladamente com problemas intra- auriculares e, a orientação para o paciente é que busque um profissional na área de odontologia, especializado em tratamentos das disfunções temporomandibulares .

Para compreender o quadro clínico de disfunção temporomandibular é necessário: Anamnese, Avaliação Miofuncional para conhecer  sua anatomia e fisiologia.
O fonoaudiolólogo precisa conhecer o tratamento realizado pelo odontólogo, que seu paciente está sendo submetido.

Os profissionais que trabalham em conjunto com portadores de D.T.M poderão ter  um melhor diagnóstico e prognóstico de cada caso e podem decidir qual melhor método de intervenção.

O trabalho fonoaudiológico, voltado para a propriocepção e as orientações podem e devem ser realizados, sendo coadjunvante pois, não é suficiente para restabelecer a Integridade das A.T.M. 

É baseado em conscientizar o paciente quanto ao seu problema, e eliminar Hábitos Parafuncionais,  como também fazer exercícios que promovam relaxamento muscular e que visam melhorar a movimentação mandibular, equilibrando a musculatura.

O Fonoaudiólogo está cada vez mais aceito por profissionais de áreas afins, com trabalho voltado para disfunções musculares e a necessidade de terapia assistida e constante. 

Esse trabalho consiste em diminuir a sintomatologia dolorosa e promoção de qualidade de vida do indivíduo tratado.




Fonoaudióloga










quarta-feira, 29 de junho de 2011

“Conheça-te a ti mesmo”.Como dizia Sócretes.

Saúde e Vida 

Quando reconheço a grandeza de minha vida e de cada um que me cerca...A vida fica mais fácil, mais simples.

“Deixa a vida me levar, vida leva eu... ♫”

Vivemos ou passamos pela vida? Fazemos acontecer ou deixamos acontecer?Vemos o lado positivo das coisas ou somos “vítimas”?
Pois bem, resumindo, nos conhecemos realmente ou vivemos aquilo que acreditamos ser realidade?
Depois de muitos estudos pude comprovar: NÓS CRIAMOS TODAS AS “DOENÇAS” DE NOSSO CORPO.
Você se conhece?Quer se conhecer?
Você pode fazer uma experiência consigo mesmo ou com pessoas ao seu redor, usando apenas observação.
Seu instrumento será seu próprio corpo, ele fala o tempo todo com você, você pára para ouvi-lo? Ou vive correndo, agitado, cheio de afazeres, trabalho etc.?
Primeiro PARE e leia atentamente, descreverei alguns prováveis padrões mentais que podem criar “doenças”.
É bom saber que os Padrões Mentais nem sempre são verdades para todos, mas pode servir de referência para iniciar a busca pela causa do transtorno que você esteja acometido.
Falaremos inicialmente de partes do corpo e o que elas representam e seus sinais;

Parte do Corpo
Representa capacidade de
Transtorno
Cabeça
Mostrar o que somos e/ou estamos passando
Sentimos que algo está errado conosco.
Olhos
Ver
Não queremos ver
Ouvidos
Ouvir
Não queremos ouvir
Pescoço
Flexibilidade de pensamento
Teimosia em rever conceitos
Garganta
Falar por nós mesmos, fluxo criativo do corpo onde ocorrem mudanças
Não nos sentimos no direito de nos expressar, criatividade sufocada e resistência a mudanças
Braços
Habilidade de abraçar experiências da vida
Inflexibilidade em mudar o rumo
Mãos
Seguram,apertam, agarram
Medo de perda
Costas
Sistema de apoio
Carente de apoio:
Parte Superior- emocional
Parte Média- culpa
Parte Inferior- finanças
Pulmões
Ter e soltar a vida
Medo de absorver a vida, sente-se sem direito de viver
Seios
“Super Mãe”: Pessoa
          Lugar
        Coisa
                 Experiência
Câncer
Se nega a entregar as rédeas


Profundo ressentimento
Coração
Amor e alegria
Negação-infarto
Estômago
Digerir novas idéias
Sente medo das novidades, medo de não ser bom o bastante
Órgãos Genitais
Masculino e Feminino
Idéias distorcidas de ser
Considera o sexo sujo, pecado
Pernas
Conduzir para a vida
Medo de ir em frente ou seguir determinada direção
Joelhos
Flexibilidade, ego e teimosia
Medo de dobras, de modificar atitudes
Pés
Compreensão de nós mesmos e da vida
Compreensão distorcida,sente que não tem para onde ir
Pele
Individualidade
Poder dos outros sobre si, individualidade ameaçada

E então? Identificou-se com alguma coisa?Em qualquer tempo (presente, passado e para o futuro)?
Você mudando Padrões Mentais poderá prevenir ou até mesmo se curar .

Leia, releia, observe e anote o que se passa com você, nas próximas conversas trataremos de como modificar padrões.

Unidarma

Fique ligado...


Silvia Garcia
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