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domingo, 11 de setembro de 2011

Mensagem para os Professores que lidam com Disléxicos

• Interesse-se pelo seu aluno disléxico. Ele se sente inseguro e preocupado com as suas reações.
 Dê-lhe atenção individualizada sempre que possível. Ele deverá saber que pode perguntar sobre o que não compreende.


• Estabeleça critérios para seus trabalhos, em termos concretos, para que ele possa entendê-los, sabendo que realizar um trabalho sem erros está fora de suas possibilidades.


Avalie seus progressos em comparação com ele mesmo, com seu nível inicial, não com o nível inicial dos demais em suas áreas deficientes, ajude-o nas áreas em que ele precisa melhorar.


• Esteja certo de que ele entendeu as tarefas. Divida as lições em partes e verifique a cada etapa se ele realmente compreendeu. O disléxico não é INCAPAZ! Ele capta muito bem as instruções que lhe são dadas passo a passo.


• As informações novas devem ser repetidas mais de uma vez, devido ao seu problema de memória de curto prazo.

• Ele requer mais “prática” que um estudante sem dislexia.

• Ele necessita de ajuda para relacionar conceitos novos com conceitos anteriores.


• Dê-lhe mais tempo: para organizar seus pensamentos, para terminar o seu trabalho. Se não há limites de tempo ele estará menos nervoso e em melhores condições de mostrar o seu trabalho.

• Alguém pode ajudá-lo lendo-lhe o material de estudo e, em especial, as provas.


• Evite a correção sistemática de todos os erros em sua escrita.


• Se possível, faça exames orais, evitando as dificuldades que se sobrepõem de sua leitura, escrita e capacidade de organização.


• Deve-se levar em conta que o aluno disléxico levará mais tempo para fazer as suas tarefas de casa que os demais da classe. Cansa mais do que os outros. Procure dar-lhe um trabalho mais rápido que os demais. Não aumente suas frustrações.


• É FUNDAMENTAL FAZER OBSERVAÇÕES POSITIVAS SOBRE O SEU TRABALHO. ORIENTÁ-LO SOBRE O QUE ESTÁ AO SEU ALCANCE PODERÁ AJUDÁ-LO. ELOGIAR E ESTIMULAR SEMPRE QUE POSSÍVEL.


• É FUNDAMENTAL estar consciente quanto à sua necessidade de desenvolver sua auto-estima. Os professores deverão dar oportunidades para que o aluno se destaque positivamente em sua classe. Evite compará-lo a outros alunos em termos negativos. Não fazer jamais chacotas sobre suas dificuldades. Não fazê-lo ler em voz alta em público contra sua vontade. É uma boa medida encontrar algo em que a criança se sinta bem e estimular sua auto-estima mediante estímulo e êxito.


• Deve-se considerar, como dito antes, sua produção quanto às suas possibilidades, esforços e êxitos, em vez de avaliá-lo comparando-o aos demais da classe. É o sentimento de êxito que o leva ao sucesso. A frustração constante o conduz ao fracasso.

• Permita-lhe aprender com as maneiras que lhe são possíveis, com instrumentos alternativos à leitura e à escrita: dicionários, calculadoras, tabuadas, computador etc. 


Silvia Garcia, Fonoaudióloga



Mensagem para a Família do Disléxico

• Lembre-se de que seu filho é capaz.

• Leia para ele, todos os dias, bons livros, jornais, revistas, enfim todo tipo de texto que realmente o interesse.

• Saiba que seu filho aprenderá a ler e a escrever se lhe for ensinado corretamente.

• Ajude-o a se conscientizar disso também.

• Dê-lhe ajuda e amor. Entenda como é frustrante sua vida escolar em conseqüência de suas dificuldades.

• Encoraje seu filho a ler livros engraçados, páginas de seu esporte favorito, avisos, propagandas. Encoraje-o a ler qualquer coisa que pareça agradá-lo não importa o jeito pelo qual ele o faça.

• Ajude-o a desenvolver senso de humor brincando e jogando com ele.

• Leve-o para exposições, teatros, esportes, cinemas. É importante que a família se divirta junto.

• Encoraje-o a fazer coisas que ele faz bem. Lembre-se, há mais para se viver do que só a vida escolar!




Silvia Garcia, Fonoaudióloga


sábado, 27 de agosto de 2011

Professor: A quantas andam sua Saúde, física e mental.


 Já falei sobre as Dificuldades de Aprendizagem e suas possíveis causas, com foco na Criança e sua Família.

No entanto, não podemos esquecer do Protagonista desta história, o Professor. Para desempenhar bem seu papel deveria ser mais bem preparado psicologicamente. Mas não é isto que acontece, a maioria das vezes ele é incompreendido e massacrado por baixas condições de trabalho em salas com número excessivo de alunos, baixos salários, indisciplina e violência  fazendo com que se sinta isolado e perdido, mesmo estando entre uma multidão.

Com isto, os professores adoecem. Apresentam altos índices de estresse e depressão, fazendo com que se afastem das salas de aula; trazendo prejuízos para todos, Ele próprio, Escola e Crianças.
É possível  buscar soluções para reverter , prevenir ou amenizar, para tal deve se tratar as causas das doenças decorrentes desta profissão.

Você já ouviu falar na Síndrome de Burnout, ou síndrome do Esgotamento Profissional, que afeta mais de 15% dos docentes
Procure se informar, você pode estar acometido e não sabe.Busque um Profissional que possa te orientar.

 E no Decreto de Goldman – Decreto 55727?
 
"O decreto regulamenta a lei 12.048, de 2005, que garante aos servidores públicos de São Paulo, melhor qualidade de vida, promoção de saúde e prevenção de doenças relacionados ao trabalho."

E em Minas  Gerais já existe algo parecido? Vale a pena conferir!!!


Silvia Garcia,
Fonoaudióloga
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