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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Você já ouviu Falar em Transtorno Bipolar do Humor?

Transtorno Bipolar


O transtorno bipolar do humor é uma patologia que apresenta episódios repetitivos ou alternados de Depressões e Euforias exacerbadas. 
Antigamente diagnosticados como psicose maníaco-depressiva (PMD) de forma errônea, porque este transtorno nem sempre apresenta sintomas psicóticos.

Inicialmente as crises podem ser espaçadas por anos.  Depois da primeira crise, pode levar anos (10 ou mesmo 15 anos) para se repetir, o que vem achar que está curado e descuidar do tratamento.

O indivíduo passa por períodos de depressão e euforia(mania) em pequenos espaço de tempo. 

“Mania” é excitação do humor, que pode ser notada através de Megalomanias, gastos excessivos, sonhos mirabulantes...
Como a segunda crise pode levar anos para aparecer o diagnóstico correto só pode ser feito depois de muitos anos, podendo retardar o tratamento e ser tratada erroneamente. 

Por se tratar de uma doença hereditária, facilita o diagnóstico de pessoas da mesma família que venham ser acometidos da mesma doença, pois poderá ser diagnosticada mais cedo.

O transtorno do humor bipolar de depressão e mania podem ter o seu curso interrompido pelo tratamento.

Formas diferentes do transtorno bipolar do humor:


Tipo I
  •    Presença de fases maníacas e depressivas graves.

Tipo II

  •   Presença de estados hipomaníacos (um pouco mais suaves que os estados maníacos).

Transtorno Bipolar Misto
  •  Presença de estados mistos, depressivos e eufóricos, que se alternam em poucos dias, ou até mesmo em poucas horas.

Transtornos Ciclotímicos
  •  Presença crônica e flutuante do humor, marcada por períodos maníacos e depressivos que, no entanto, não são suficientemente graves como os das verdadeiras depressão e mania.

"Depressão" é diferente das  reativas que se seguem a um episódio qualquer, possível perda ou decepção. 
Ela é mais profunda, não só por ser mais intensa, além do sentimento de tristeza, pode ser notada também no brilho dos olhos, no timbre da voz, na viçosidade da pele, na agilidade dos movimentos, nos ritmos fisiológicos (sono, apetite, peristaltismo, ciclo menstrual, etc.) e na velocidade da fala. 

Sinais e sintomas

Depressão:
  • tristeza, 
  • angústia, 
  • sensação de vazio, 
  • desânimo, 
  • irritabilidade, 
  • desespero, 
  • incapacidade de sentir prazer, 
  • cansaço, 
  • déficit de concentração, 
  • lentificação do raciocínio, 
  • memória ruim, 
  • falta de vontade, 
  • iniciativa e interesse; 
  • pensamentos negativos, 
  • pessimismo, 
  • ideias de culpa, 
  • fracasso, 
  • inutilidade, 
  • baixa auto-estima, 
  • ideias de suicídio (e verdadeiros suicídios), 
  • dores pelo corpo, 
  • Quando graves podem ocorrer alucinações e delírios.

Manias: 
  • exaltação do humor, 
  • alegria exagerada, 
  • irritabilidade, 
  • agitação, 
  • inquietação física e mental, tendência a começar muitas coisas e não conseguir terminar, 
  • pensamentos acelerados, 
  • atribuição a si mesmo de poderes de influência e grandeza, 
  • otimismo e autoconfiança excessivos, 
  • aumento exagerado e injustificado dos gastos, 
  • distraibilidade fácil, 
  • desinibição, 
  • comportamento inadequado e provocativo, 
  • agressividade física e verbal, 
  • erotização aumentada, 
  • redução da necessidade de sono, 
  • Quando graves podem ocorrer delírios e alucinações 

Nas pessoas predispostas, dificuldades financeiras, doença na família, perda de uma pessoa importante, uso de drogas, etc. podem contribuir para o desencadeamento tanto das depressões, quanto das manias.


Quando um dos pais apresenta transtorno bipolar, existe de 25 a 50% de chance de o filho também apresentar.


As causas específicas do transtorno bipolar do humor não são conhecidas, mas há uma constelação de fatores que interferem sobre ela:

  • Fatores biológicos: distúrbio dos neurotransmissores noradrenérgico, seratonérgico e dopaminérgico. Além destes, outros neurotransmissores e hormônios do eixo hipotálamo-pituitária-tireoide também participam.
  • Fatores genéticos: o transtorno bipolar do humor é uma das anormalidades psicológicas mais hereditárias.Entretanto, quanto maior a distância de parentesco, menor a possibilidade de ter um transtorno bipolar e vice-versa.
  • Fatores psicossociais:os acontecimentos vitais, tais como dificuldades financeiras, doença na família, perda de uma pessoa importante, uso de drogas, etc. podem contribuir para o desencadeamento da doença.

É importante ficar atento aos sinais e sintomas, isto pode estar acontecendo em sua família e o "doente" não estar sendo tratado como deve...

  • É considerado um mentiroso
  • Uma pessoa que faz tudo errado
  • Preguiçosa
  • Que tem falta de caráter e muito mais
É uma pessoa que se destaca por normalmente fazer as "coisas erradas"...
É tratada como criminoso e ele nem se dá conta do que acontece...


As informações acima são minhas, por estar convivendo com isto desde que me conheço por gente...
Meu pai não foi bem diagnosticado e hoje a família pode pelo menos tentar ajudar os mais novos...Mas que infelizmente nem sempre é possível!!!

Quanto a parte de tratamento ao falar de medicamentos busquei o texto em ABC.MED.BR, 2011. Transtorno bipolar do humor


Tratamento

Os quadros de transtorno bipolar do humor devem ser sempre acompanhados por um médico psiquiatra e ter apoio psicológico para os pacientes.

Os quadros agudos recomendam a interrupção imediata dos sintomas através dos psicofármacos e, muitas vezes, a internação hospitalar

A depressão aguda deve ser tratada com antidepressivos.
A mania pode ser controlada com carbonato de lítio, ácido valproico, carbamazepina, lomotrigina ou topiramato. 

O ETC (eletrochoque) é útil nos pacientes não responsivos à medicação e que apresentem alto risco de suicídio ou que, por qualquer razão, não possam receber a medicação. 
O uso dele ficou limitado com o surgimento dos psicofármacos, mas sabe-se que 80% dos pacientes mostram melhora substancial com ele.

A psicoterapia cognitiva pode contribuir para a adesão do tratamento, tornando-se um valioso complemento do tratamento farmacológico. Ademais, como o transtorno bipolar envolve também aspectos psicológicos e sociais, a psicoterapia pode ser benéfica.


O primeiro episódio maníaco habitualmente ocorre aos 20 anos, mas pode começar antes ou após os 40 anos de idade. A aderência ao tratamento é fundamental para o controle da enfermidade. 
Bastam alguns dias de interrupção da medicação ou diminuição para que o paciente apresente exacerbação de sintomas e novas de crises.

Uma relação médico-paciente que esclareça dúvidas, e o ato de solicitar ajuda durante as crises e discutir os fatores estressantes ajudam no melhor prognóstico. Hoje em dia há medicações que visam prevenir a ocorrência de novas crises ou torná-las mais brandas.







Silvia Garcia, Fonoaudióloga

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Saber Fazer Acontecer, com o que a vida te deu...

Apenas uma historinha...


Ladrão
Em um determinado lugar, havia  um pesquisador,  estudando o caminho que as pessoas seguiram no decorrer de suas vidas.

Aqui falarei dois homens: um padre e um ladrão(preso)

O pesquisador perguntou ao ladrão:

“- Por que você se tornou um ladrão?

Ele respondeu: 
- Porque fui abandonado por meus pais quando nasci, não tive opção.





A mesma coisa o pesquisador perguntou ao padre e a resposta foi: 

“- Porque fui abandonado por meus pais quando nasci”.





Entendeu a moral da história?



Somos aquilo que determinamos ser, tudo te aconteceu até hoje foi você quem escolheu.


Para tal é necessário  que você se conheça, eu estou estudando a 1 ano na Unidarma, do Grupo Chris Allmeida  e minha vida mudou sensivelmente.


 
  
 



Te Amo,Te Amo,Te Amo
Sou Grata, Sou Grata, Sou Grata
Silvia Garcia Fonoaudióloga



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A Síndrome de "Burnout"

Falta de Professores

 Recebi vários e-mails querendo saber mais detalhes sobre  A Síndrome de "Burnout" e tentei resumir aqui.
A auto-estima do portador de Burnout é medida pela capacidade de realização e sucesso profissional, o desejo de ser o melhor, inicia com satisfação e prazer, perdendo o entusiasmo quando não existe o reconhecimento. A realização profissional é transformada em obstinação e compulsão.

Estágios
  1. Necessidade de se afirmar
  2. Dedicação exagerada  - quer fazer tudo sozinho
  3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido
  4. Recalque de conflitos - apresenta manifestações físicas, por reconhecer que algo não está bem, mas não enfrenta o problema
  5. Desvalorização: lazer, casa, amigos a medida da auto-estima é o trabalho, seus valores mudam
  6. Negação de problemas - os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes
  7. Recolhimento; isolamento, fuga dos conflitos
  8. Mudanças de comportamento
  9. Perde a identidade
  10. Vazio interior
  11. A vida perde o sentido; Depressão - indiferença, desesperança, exaustão.
  12. A síndrome do esgotamento profissional é um colapso físico e mental; é caso de emergência e deve buscar ajuda médica e psicológica com urgência.
É uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto, aumentando à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Pode ser reconhecida pela Ausência de fatores motivacionais:
  • Energia
  • Alegria,
  • Entusiasmo,
  • Satisfação,
  • Interesse,
  • Vontade,
  • Sonhos para a vida,
  • Idéias,
  • Concentração, memória
  • Autoconfiança , instabilidade de humor.
Causas de estresses nos professores:
  • Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina
  • Atitude e comportamento dos administradores
  • Avaliação dos administradores e supervisores
  • Atitude e comportamento de outros professores e profissionais
  • Carga de trabalho excessiva
  • Oportunidades de carreira  pouco interessantes
  • Desvalorização da profissão de professor
  • Falta de reconhecimento por uma boa aula ou por estar ensinando bem
  • Alunos barulhentos
  • Lidar com os pais
Efeitos do estresse
  • Sentimento de exaustão;
  • Sentimento de frustração;
  • Sentimento de incapacidade;
  • Carregar o estresse para casa;
  • Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
  • Irritabilidade.
O professor pode lidar com o estresse e diminuir o efeito dele:
  • Realizar atividades de relaxamento
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades
  • Manter uma dieta equilibrada ou balanceada e fazer exercícios
  • Discutir os problemas com colegas de profissão
  • Tirar o dia de folga
  • Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas
  • Dar tempo aos professores para que eles colaborem ou conversem
  • Prover os professores com cursos e workshops
  • Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho
  • Ter mais assistência da escola
  • Devem ser envolvidos nas decisões da escola , melhorando  a comunicação com a escola.
Conclusão : A Sindrome de Burnout de professores relaciona-se com as condições de trabalho, as quais afetam o desempenho profissional.
Procure se informar, você pode estar acometido e não sabe.Busque um Profissional que possa te orientar.


Silvia Garcia, Fonoaudióloga

sábado, 27 de agosto de 2011

Você é Vítima ou Vencedor?

 Como anda sua vida?
As coisas não andam bem para você?
Parece que tudo que faz ou tenta fazer dá errado?
Acordar está difícil?
Será que não está na hora de fazer Mudanças?
Nada te agrada, trabalhao, chefe, colegas.

Eu sei, mudar não é fácil, precisa de muita Organização e Método, mas é possível.
Tudo é uma Questão de Decisão...Quando?






Silvia Garcia, Fonoaudióloga

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A crença do não merecimento e o não receber

Vamos ver nesse artigo, detalhar como funciona o mecanismo do sentimento de não merecimento, e como ele pode afetar a nossa vida.
No texto tem algumas perguntas interessantes para que você possa detectar o padrão negativo.Imagine que você adota um cãozinho vira lata que vivia na rua, bem magrinho e cheio de pulga. Você o leva para a sua casa, alimenta com a melhor ração, dá banho, trata, leva ao veterinário e o enche de carinho. Será que esse cãozinho iria pensar “eu não mereço nada disso, meus amigos na rua passando fome e eu aqui com esse luxo todo...”. Imagine tudo isso sendo falado em um tom dramático de culpa e “humildade”. E assim ele começa a se sabotar. Não come mais a ração e pede para o dono comprar outra mais baratinha. Diz também que não precisa de tanto assim. Pra que tanto conforto? E os colegas da rua que não tem nada disso? E o que ele fez para merecer tudo de bom? Por que outros não tem acesso as mesmas coisas que ele?É claro que um cachorro jamais agiria dessa forma. Ele apenas aceita e aproveita tudo que lhe é ofertado, sem medo nem culpa. O animal não precisa de razões para justificar ter uma vida boa ou uma vida melhor do que os outros. 
O simples fato de existir já é motivo o suficiente para que ele possa receber tudo que é bom.
Já nós, seres humanos, temos uma tendência de precisar encontrar motivos lógicos que justifiquem as coisas que temos ou ganhamos: só me sinto confortável em ter muito se eu trabalhar muito, só consigo me sentir bem em ter uma vida boa se eu disser que passei muitos anos estudando e trabalhando para conquistar esse resultado, se eu não me sacrifico não me sinto no direito as melhores coisas, só posso me permito cobrar um preço mais alto se eu estudar tantos anos a mais.
Quando a criança nasce, ela não questiona se merece ou não o que recebe. No entanto, quando a mente vai desenvolvendo e torna a estrutura do ego mais complexa, a mente começa a comparar, julgar e vão surgindo, em uma idade ainda muito tenra, os pensamentos de não merecimento e culpa.
Inicialmente a criança vai se comparar com os irmãos, observando se eles tem mais ou menos, se são felizes ou infelizes. Irá também começar a observar o sofrimentos dos pais. E conforme for a situação familiar, quanto maior for o sofrimento, maior a tendência de se desenvolver sentimentos de culpa em ser feliz, culpa em ter, culpa em receber.Ao crescer um pouco mais, a criança irá também começar a ter contato com as pessoas do mundo exterior e seus sofrimentos, o que poderá alimentar ainda mais a sensação de culpa e não merecimento em ter uma vida melhor do que a média.
Outros fatores também podem contribuir para o desenvolvimento do padrão do não merecimento. Uma infância pobre onde não foi permitida que a criança tivesse necessidades básicas plenamente satisfeitas (alimentação, roupas e etc, e outras coisas menos básicas também como brinquedos, passeios, diversão) podem ser também bastante prejudiciais. De tanto ouvir: Não pode, não temos, não dá, não é pra você, não é para nós (e as vezes até ‘quem você pensa que é pra querer isso ou aquilo, pensa que é melhor que os outros, pensa que é rico?’) a criança vai internalizando cada vez mais que ela não pode e não merece acesso a certas coisas consideradas melhores na vida.Com a mente condicionada dessa forma, a pessoa pode acabar deixando de ir em busca de coisas melhores que poderiam trazer uma vida mais confortável e abundante, pois ela simplesmente pensa que isso não é para ela.
Atendi certa vez uma mulher com um intenso sentimento de não conseguir receber. Por ter um problema de saúde que exigia um gasto considerável, foi entregue para ser criada muito pequena por uma tia que tinha melhores condições. Recebeu os cuidados materiais necessários, mas a parte emocional ficou muito prejudicada. Ouvia sempre a tia falar sobre os gastos necessários para mantê-la, alem de outras situações emocionalmente bem desagradáveis. Assim ela foi desenvolvendo a sensação de se sentir um peso. Receber tudo aquilo tinha um preço bem alto. Uma parte do preço foi ter ficado afastada da família, o que na sua percepção a privou de uma criação com mais afetividade. A outra parte do preço foi ter desenvolvido o sentimento de culpa e uma sensação de ter uma dívida impagável com a tia. Dessa forma, ela começou a sentir que receber algo era é o mesmo que ficar devendo. Como se tudo tivesse um preço muito alto. Sempre que recebia algo, tinha que retribuir na hora para aliviar o desconforto e não ficar devendo. Evitava receber qualquer coisa. Imagine os prejuízos que esse padrão pode causar nos relacionamentos e na vida profissional de alguém.

Avalie a si próprio

  • Sente dificuldade em receber presentes? 
  • Precisa presentear ou fazer algo de volta pela pessoa para ficar em paz? 
  • Consegue receber elogios de forma natural ou precisa minimizá-los ou retribuí-los na mesma hora
  • Quando há uma possibilidade de ganhar algo de bom (um sorteio, uma promoção no trabalho, uma viagem...) tem uma tendência de deixar para outras pessoas ou vocêtambém quer ganhar e aproveitar? 
  • Se você conquista uma situação melhor (maior salário, vida mais confortável) precisa justificar pra você mesmo ou para os outros o tanto que você trabalhou para conquistar aquilo? 
  • Quando adquire algum bem (carro, casa, roupas) você precisa pensar e justificar para você mesmo ou para os outros que esforçou bastante para ficar se sentindo bem com o que adquiriu? 
  • Se algo vier muito fácil, você aceita e usufrui tranquilamente, ou aproveita mas com sentimento de culpa?

Existe ainda a crença do merecimento ligada a questões espiritualistas e religiosas. “Fulano não teve o merecimento para se curar de tal doença”. “Eu não tive o merecimento para sair da situação financeira difícil que vem desde a infância.” “Se for do merecimento de fulano, ele irá conseguir”. “Se você não saiu ainda dessa situação é porque não é do seu merecimento”. 

Fica simples demais justificar dessa forma. Desenvolve-se um sentimento de que, se tem algo negativo na sua vida, é porque essa pessoa “merece” passar por aquilo, até quando  ninguém sabe. Por muitas vezes isso acaba gerando uma perpetuação do sofrimento por auto punição. 
As vezes as pessoas se tornam passivas e deixam de compreender mais profundamente as razões daquele sofrimento, perdendo também a chance transformar aquela realidade.Deveríamos aproveitar o exemplo da natureza, dos animais e das plantas, que não questionam nem justificam se merecem algo ou não. Eles sempre aproveitam a abundancia quando esta chega até eles. E quando passam por dificuldades fazem o melhor que podem para sair delas, sem preocupar ou sentir culpa se fizeram ou deixaram de fazer algo para passar por aquilo.
Declare-se merecedor, e vá em busca do que você deseja. Seja persistente pois não temos como saber quando iremos alcançar a solução. Se a solução vier rápida e facilmente, aceite e aproveite. Não compre o titulo que alguém tente lhe passar de ‘não merecedor’ pois isso acaba apenas criando passividade e culpa. 
Acredito que todos nós, de forma consciente ou inconsciente demos causa ao nosso sofrimento, ou atraímos ou pelo menos contribuímos para ele. Ainda assim, mesmo sendo nossa responsabilidade, todos nós merecemos nos libertar do sofrimento.Como todo e qualquer pensamento, sentimento e crença negativa, podemos usar a EFT para limpar profundamente esta crença de forma a nos libertar da sensação de não sermos merecedores de qualquer coisa que seja.

Silvia Garcia






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