Para pensar!


sábado, 16 de novembro de 2013

Trabalhe sem ter Problemas com sua Voz


ROUQUIDÃO PERSISTENTE NÃO É NORMAL.


Se um dos sintomas abaixo persistir por mais de 15 dias procure um especialista:

• Rouquidão persistente

• Cansaço e ou esforço para falar

• Necessidade de raspar a garganta constantemente

• Perceber a voz sumindo ou falhando

• Engasgar muito durante a alimentação

• Perda súbita da voz






CÂNCER de Laringe

• O Brasil é um dos países no mundo com maior ocorrência.

• Relacionado ao fumo e ao álcool.

• Rouquidão pode ser o 1º sintoma.

• Grandes possibilidades de CURA quando diagnosticado no início.

• Beba 2 litros de água por dia.

•  Evite o grito, pois este hábito machuca as pregas vocais.

•  Evite falar alto demais e sempre quando possível use o microfone, ou crie outros
recursos para amplificar a sua voz.

• Crianças podem ter problemas de voz.

•  Atenção Família! O exemplo de como usar bem a voz começa em casa. 

• Evite bebidas alcoólicas em excesso.

• O fumo é MUITO prejudicial para a sua voz e o Ministério da Saúde adverte:

Não existem níveis seguros para o consumo do cigarro.



Superação da Timidez

• Cuide das alergias respiratórias com a ajuda de um médico.

• Falar devagar e com boa dicção melhora a compreensão da mensagem e diminui
o esforço vocal.

• O estresse prejudica sua voz. Procure equilíbrio entre trabalho e lazer.

• Cuidado com a automedicação. Alguns remédios podem afetar negativamente
a sua voz.

•  Evite alimentação muito condimentada e frituras em excesso.

•  Professores, atores, telefonistas, atendentes, vendedores, advogados, cantores e tantos outros que usam a voz em sua profissão são considerados PROFISSIONAIS DA VOZ.   
Pelo uso constante da voz estes profissionais tem mais chances de apresentarem problemas de voz. 

Previna-se! Procure um fonoaudiólogo! Ele pode orientá-lo a como cuidar bem da sua voz!


Texto extraido: FOLDER SEMANA DA VOZ 2009 - 30x20cm.indd


A Voz é o Espelho da Alma.

Você já observou isto?

Ela tão importante e merece Atenção, como qualquer outra parte do corpo.











sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Você já ouviu Falar em Transtorno Bipolar do Humor?

Transtorno Bipolar


O transtorno bipolar do humor é uma patologia que apresenta episódios repetitivos ou alternados de Depressões e Euforias exacerbadas. 
Antigamente diagnosticados como psicose maníaco-depressiva (PMD) de forma errônea, porque este transtorno nem sempre apresenta sintomas psicóticos.

Inicialmente as crises podem ser espaçadas por anos.  Depois da primeira crise, pode levar anos (10 ou mesmo 15 anos) para se repetir, o que vem achar que está curado e descuidar do tratamento.

O indivíduo passa por períodos de depressão e euforia(mania) em pequenos espaço de tempo. 

“Mania” é excitação do humor, que pode ser notada através de Megalomanias, gastos excessivos, sonhos mirabulantes...
Como a segunda crise pode levar anos para aparecer o diagnóstico correto só pode ser feito depois de muitos anos, podendo retardar o tratamento e ser tratada erroneamente. 

Por se tratar de uma doença hereditária, facilita o diagnóstico de pessoas da mesma família que venham ser acometidos da mesma doença, pois poderá ser diagnosticada mais cedo.

O transtorno do humor bipolar de depressão e mania podem ter o seu curso interrompido pelo tratamento.

Formas diferentes do transtorno bipolar do humor:


Tipo I
  •    Presença de fases maníacas e depressivas graves.

Tipo II

  •   Presença de estados hipomaníacos (um pouco mais suaves que os estados maníacos).

Transtorno Bipolar Misto
  •  Presença de estados mistos, depressivos e eufóricos, que se alternam em poucos dias, ou até mesmo em poucas horas.

Transtornos Ciclotímicos
  •  Presença crônica e flutuante do humor, marcada por períodos maníacos e depressivos que, no entanto, não são suficientemente graves como os das verdadeiras depressão e mania.

"Depressão" é diferente das  reativas que se seguem a um episódio qualquer, possível perda ou decepção. 
Ela é mais profunda, não só por ser mais intensa, além do sentimento de tristeza, pode ser notada também no brilho dos olhos, no timbre da voz, na viçosidade da pele, na agilidade dos movimentos, nos ritmos fisiológicos (sono, apetite, peristaltismo, ciclo menstrual, etc.) e na velocidade da fala. 

Sinais e sintomas

Depressão:
  • tristeza, 
  • angústia, 
  • sensação de vazio, 
  • desânimo, 
  • irritabilidade, 
  • desespero, 
  • incapacidade de sentir prazer, 
  • cansaço, 
  • déficit de concentração, 
  • lentificação do raciocínio, 
  • memória ruim, 
  • falta de vontade, 
  • iniciativa e interesse; 
  • pensamentos negativos, 
  • pessimismo, 
  • ideias de culpa, 
  • fracasso, 
  • inutilidade, 
  • baixa auto-estima, 
  • ideias de suicídio (e verdadeiros suicídios), 
  • dores pelo corpo, 
  • Quando graves podem ocorrer alucinações e delírios.

Manias: 
  • exaltação do humor, 
  • alegria exagerada, 
  • irritabilidade, 
  • agitação, 
  • inquietação física e mental, tendência a começar muitas coisas e não conseguir terminar, 
  • pensamentos acelerados, 
  • atribuição a si mesmo de poderes de influência e grandeza, 
  • otimismo e autoconfiança excessivos, 
  • aumento exagerado e injustificado dos gastos, 
  • distraibilidade fácil, 
  • desinibição, 
  • comportamento inadequado e provocativo, 
  • agressividade física e verbal, 
  • erotização aumentada, 
  • redução da necessidade de sono, 
  • Quando graves podem ocorrer delírios e alucinações 

Nas pessoas predispostas, dificuldades financeiras, doença na família, perda de uma pessoa importante, uso de drogas, etc. podem contribuir para o desencadeamento tanto das depressões, quanto das manias.


Quando um dos pais apresenta transtorno bipolar, existe de 25 a 50% de chance de o filho também apresentar.


As causas específicas do transtorno bipolar do humor não são conhecidas, mas há uma constelação de fatores que interferem sobre ela:

  • Fatores biológicos: distúrbio dos neurotransmissores noradrenérgico, seratonérgico e dopaminérgico. Além destes, outros neurotransmissores e hormônios do eixo hipotálamo-pituitária-tireoide também participam.
  • Fatores genéticos: o transtorno bipolar do humor é uma das anormalidades psicológicas mais hereditárias.Entretanto, quanto maior a distância de parentesco, menor a possibilidade de ter um transtorno bipolar e vice-versa.
  • Fatores psicossociais:os acontecimentos vitais, tais como dificuldades financeiras, doença na família, perda de uma pessoa importante, uso de drogas, etc. podem contribuir para o desencadeamento da doença.

É importante ficar atento aos sinais e sintomas, isto pode estar acontecendo em sua família e o "doente" não estar sendo tratado como deve...

  • É considerado um mentiroso
  • Uma pessoa que faz tudo errado
  • Preguiçosa
  • Que tem falta de caráter e muito mais
É uma pessoa que se destaca por normalmente fazer as "coisas erradas"...
É tratada como criminoso e ele nem se dá conta do que acontece...


As informações acima são minhas, por estar convivendo com isto desde que me conheço por gente...
Meu pai não foi bem diagnosticado e hoje a família pode pelo menos tentar ajudar os mais novos...Mas que infelizmente nem sempre é possível!!!

Quanto a parte de tratamento ao falar de medicamentos busquei o texto em ABC.MED.BR, 2011. Transtorno bipolar do humor


Tratamento

Os quadros de transtorno bipolar do humor devem ser sempre acompanhados por um médico psiquiatra e ter apoio psicológico para os pacientes.

Os quadros agudos recomendam a interrupção imediata dos sintomas através dos psicofármacos e, muitas vezes, a internação hospitalar

A depressão aguda deve ser tratada com antidepressivos.
A mania pode ser controlada com carbonato de lítio, ácido valproico, carbamazepina, lomotrigina ou topiramato. 

O ETC (eletrochoque) é útil nos pacientes não responsivos à medicação e que apresentem alto risco de suicídio ou que, por qualquer razão, não possam receber a medicação. 
O uso dele ficou limitado com o surgimento dos psicofármacos, mas sabe-se que 80% dos pacientes mostram melhora substancial com ele.

A psicoterapia cognitiva pode contribuir para a adesão do tratamento, tornando-se um valioso complemento do tratamento farmacológico. Ademais, como o transtorno bipolar envolve também aspectos psicológicos e sociais, a psicoterapia pode ser benéfica.


O primeiro episódio maníaco habitualmente ocorre aos 20 anos, mas pode começar antes ou após os 40 anos de idade. A aderência ao tratamento é fundamental para o controle da enfermidade. 
Bastam alguns dias de interrupção da medicação ou diminuição para que o paciente apresente exacerbação de sintomas e novas de crises.

Uma relação médico-paciente que esclareça dúvidas, e o ato de solicitar ajuda durante as crises e discutir os fatores estressantes ajudam no melhor prognóstico. Hoje em dia há medicações que visam prevenir a ocorrência de novas crises ou torná-las mais brandas.







Silvia Garcia, Fonoaudióloga

domingo, 10 de novembro de 2013

Saber Dizer Não É Sinal de Amor


A prisão de não saber dizer Não

A dificuldade em dizer não é um padrão emocional muito comum, facilmente detectável em boa parte das pessoas. A maioria de nós, em maior ou menor grau, sente essa dificuldade. Vamos analisar um pouco como esse padrão se manifesta, o que pode estar por trás dele, bem como sugestões de como seria possível melhorar.
Em alguns casos é muito fácil detectar o padrão de não conseguir impor limites. Conseguimos percebe-lo em nós mesmos muitas vezes quando alguém nos pede algo (ou as vezes nos impõe), e, para não causar brigas, constrangimentos ou para evitar sermos rejeitados, fazemos algo que vai contra o nosso desejo interior.

Outras vezes a dificuldade de dizer não aparece disfarçadamente. Vou citar um exemplo. Algumas explosões de raiva são na verdade, uma manifestação das consequências desse padrão. Conheço uma pessoa que costuma aceitar tudo, vai engolindo,  aceitando, permitindo. O outro pede e ela faz e não reclama (pelo menos não reclama para a pessoa diretamente, comenta apenas com os outros). Todos a vêem como uma ótima pessoa, muito solícita. No entanto vai se acumulando uma insatisfação interior até que um belo dia surge uma grande reação de raiva. Nesse dia, ela consegue dizer não para a pessoa e aproveita a oportunidade para falar tudo que ficou engasgado de tudo que ela fez contra a sua vontade. O resultado disso é a perda das amizades, dificuldades nos relacionamentos de trabalho e em todas as áreas.
As pessoas que tem esse padrão costumam comentar coisas do tipo “fulano é muito cara de pau, teve a capacidade de pedir isso e aquilo, e não é a primeira vez”; “eu jamais teria coragem de pedir tal coisa pra alguém”. E no final perguntamos: e você atendeu ao pedido? E a reposta é sempre “ah sim, acabei fazendo, mas foi contra a minha vontade”. E o discurso segue  relatando o quanto esse pedido inapropriado lhe trouxe prejuízo material e quanto  tempo foi perdido.
É como se a pessoa dissesse interiormente “vou fazer o que estão me pedindo, mas de forma muito contrariada, vou reclamar bastante e ficar com muita raiva,  comentarei com todo mundo o quanto essa pessoa é cara de pau, quem sabe ela toma consciência e para de me pedir essas coisas, não é possível que isso continue, ela deveria saber o limite, deveria ter bom senso assim como eu tenho”. Obviamente, o comportamento do outro não vai muda por isso e a história irá se repetir.
Esse tipo de discurso  coloca a pessoa no lugar vítima: “os outros não me respeitam, a culpa não é minha, o mundo é que deveria mudar”. Um ganho secundário desse comportamento é o de ser visto como uma pessoa boa pelos outros: a explorada, a coitada, a vítima das maldades do mundo. Muita gente usa do vitimismo para obter aceitação e reconhecimento. No entanto isso funciona muito pouco, ou funciona apenas no começo. A tendência é que as pessoas comecem a perceber esse padrão e se afastem com o tempo, deixando a vítima cada vez mais isolada, o que a fará sentir ainda mais como uma vítima. Ela então precisará encontrar novos círculos para realizar o mesmo processo.
Muitas pessoas que agem dessa forma, inconscientemente começam a se isolar como forma de evitar relacionamentos e ter que fazer coisas contra a sua vontade. Viver a vida sem colocar limites acaba levando a tristeza, ansiedade e depressão.
Conforme citei no inicio do texto, a dificuldade de dizer não pode estar em vários níveis, variando de pessoa para pessoa. Tem esse tipo de caso que relatei onde a pessoa acumula raiva até explodir. Tem outros casos também de pessoas que dizem não na hora em que recebem um pedido que acham injusto, mas o fazem de forma raivosa ou agressiva. É a sua defesa para esconder a insegurança que carregam. O “não” poderia ser dito de forma firme e ao mesmo tempo educada, sem qualquer tipo de desconforto por alguém que fosse mais seguro.  Existe ainda aquele tipo que  parece que nunca  fica com raiva, nem mesmo com o acúmulo de situações. Prejudicam muito a sua própria vida.  É nessas pessoas que a  insatisfação provocada irá causar mais intensamente quadros de depressão e ansiedade.
Comecei a refletir sobre o seguinte. De vez em quando me pego  irritada quando alguém me solicita algo que não considero razoável, ou testemunho amigos comentando coisas que indicam sentimentos parecidos. Comecei então a desenvolver o seguinte pensamento: Qualquer um tem o direito de pedir o quiser, quando quiser, e eu tenho que estar preparado para isso aprendendo a negar e colocar os limites de forma firme e sem me alterar. Se eu fico com raiva ou irritado, sei que faz parte da minha insegurança e não adianta culpar a outra pessoa pois isso seria vitimismo.
Não saber colocar limites e dizer não é uma grande prisão porque ficamos dependendo do  comportamento do outro para ficar em paz. É uma insanidade ficar reclamando e dependendo do comportamentos dos outros.  E quantas pessoas vivem falando sobre o quanto o mundo é injusto e sem noção? O que causa o sofrimento não é o pedido absurdo da outra pessoa. Sofremos quando nós acatamos  contra a nossa vontade ou quando reagimos de forma irritada. Deixe o outro ser como quiser, e aprenda a dizer não quando achar que deve. Isso sim o deixará em paz.
Outra coisa comum é que a pessoa começa a prejudicar seus relacionamentos mais íntimos pois está sempre a disposição dos pedidos de outros mais distantes. Programas são desmarcados, mudanças de planos ocorrem de ultima hora... Logicamente isso causa desentendimentos familiares.
O  mais interessante é que essas pessoas  querem contar com compreensão da sua família; querem apoio para manter o seu comportamento subserviente com relação a terceiros. É como se dissessem “eu quero que você compreenda que  eu não consigo dizer não para outras pessoas, e já que temos mais intimidade e sei que você me ama, você entenderá melhor se eu cancelar ou alterar o nosso programa pra que eu possa atender a outra solicitação. 
Por favor, compreenda isso e não brigue comigo, pois eu não posso contar com essa compreensão do outro lado e você sabe que tenho medo da rejeição, de não ser aceito, de perder minha imagem de bonzinho...”. Os familiares ficam magoados, sentem como se todo mundo fosse mais importante e que a relação mais próxima não está sendo valorizada, por que é exatamente isso que está ocorrendo. Se aceitamos esse tipo de comportamento, estaremos formando uma aliança que dá suporte ao subserviente.
Por trás da dificuldade em dizer não podemos citar vários sentimentos negativos relativos a auto estima: medo da rejeição, medo de não ser aceito, necessidade em ser reconhecido e valorizado. Existe uma ilusão de que isso será benéfico e que a pessoa será bem vista.  Mas ocorre justamente o contrário. Quanto menos damos limites, mais as pessoas nos desvalorizam. 
Parafraseando Gaspareto, “o mundo lhe trata como você se trata”. É uma grande verdade. Quem vive nesse padrão dificilmente percebe isso e com o passar do tempo desenvolverá o discurso de que o mundo é um lugar cruel.  





quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Por que seu filho não vai Bem na Escola ?

Algo Que Todos  Precisam de Saber 


Uma forma simples e descomplicada, para OBSERVAR e entender   o que se passa com algumas pessoas.
Você apresenta ou apresentou ou conhece alguém que apresenta alguns desses sinais?





  • Atitudes: Dificuldades de Atenção e Concentração(¨Aéreo¨,disperso)
  • Desempenho: Baixo da Fala e Linguagem de acordo com idade cronológica(Dislalia)
  • Motricidade: Fina e Grossa Comprometidas (dificuldades em pegar lápis e exercícios físicos).
  • Escrita: Dificuldades no traçado-Macro ou micro grafia(¨Letra feia¨- Disgrafias).
  • Cópias, Escrita espontânea e Ditado: Dificuldade e/ou lentidão para executar
  • Leitura: Silabada, com apoio, interpretação (mais lento que demais crianças mesma idade) de fonemas e logatomas, textos.
  • Regras e limites: Não aceita - Reação (a criança que não aceita limites é propensa voltar às drogas e/ou delinqüencia).
  • Falha na Organização espaço-temporal (dificuldade de se localizar,localizar palavra em dicionário).Sequência lógica e produção, Dislalias, disgrafias
  • Lateralidade - mista ou indefinida
  • Rima e aliteração(não memoriza música nem letra, nem rítmo) Leitura.
  • Dificuldade com outro idioma.

Estas pessoas são rotulados de acordo com a personalidade:

- Extrovertido - Palhaço(agitado):brinca o tempo todo
- Sedutor(calmo): O queridinho dos professores.
- Introvertido - fica esquecido no canto (geralmente ninguém
não dá notícias dele).



Com certeza com 3 ou mais características, produzirá um Efeito Negativo, formando uma Baixa Auto Estima, comprometendo o Crescimento Pessoal, até levar ao Fracasso, consequentemente...









quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O que é uma Comunicação Oral?



Comunicação Oral

 Nada mais é que um processo multifásico que envolve a coordenação de funções básicas.

As Funções Básicas são bem conhecidas, mas colocarei um esquema para pensarmos igualmente em cada uma dela.   



  • 1.    Respiração: Fonte de energia na qual a fala é executada;
  • 2.    Fonação: Energia de expiração que faz vibrar as cordas vocais, produzindo sons que variam de intensidade, tonalidade e duração;
  • 3.    Ressonância: É a amplificação destes sons dando características à voz;
  • 4.     Articulação: Os órgãos articuladores impedem ou interrompem a corrente de ar, fazendo a distinção dos sons;
  • 5.    Pronúncia: É a colocação dos sons da fala em sequencia silábica com as acentuações produzindo o sotaque, formação regional;
  • 6.    Dicção: É a maneira harmoniosa de pronunciar os sons da fala;
  • 7.    Simbolização: Envolve a formulação e compreensão da linguagem. A fala tem que ter coerência e significado, tem que ser aceita e compreendida pela comunidade;
  • 8.    Vontade de falar: Interação na cadeia interativa. A pessoa pode ter tudo acima em perfeito funcionamento, no entanto não querer falar devido a algum comprometimento emocional.


Quando vou avaliar a fala de uma pessoa com distúrbio decomunicação, o faço observando o desempenho total tirando minhas conclusões gestálticas, quando para tratamento fonoaudiológico, e analiso o discurso com espírito científico, pois assim posso levantar um padrão de comportamentos; com estes dados posso também, reconhecer o que não se enquadra na normalidade e desenvolver um plano de tratamento com menos chances de erro.

No próximo artigo falaremos de Comportamentos Fonoaudiológicos Anormais e Conduta do Fonoaudiólogo.

Silvia Garcia, Fonoaudióloga




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