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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Aqui Está O Que Deve Fazer Para Aprender a Lidar com as Dificuldades de Seu Filho

"Uma desordem que se manifesta pela dificuldade de aprender a ler, apesar da instrução ser a convencional, a inteligência normal, e independente das oportunidades socioculturais.
Depende de distúrbios cognitivos fundamentais que são, frequentemente, de origem constitucional..."(Federação Mundial de Neurologia, 1968).

"A Dislexia é uma dificuldade duradoura de aprendizagem da leitura e aquisição do seu automatismo, junto de crianças inteligentes, escolarizadas, sem quaisquer perturbações sensoriais e psíquicas já existentes."(APEDYS - França).

  1. - Dificuldades na linguagem oral;
  2. - Não associação de símbolos gráficos com as suas componentes auditivas;
  3. - Dificuldades em seguir orientações e instruções;
  4. - Dificuldades de memorização auditiva;
  5. - Problemas de atenção;
  6. - Problemas de lateralidade.
  1. - Possíveis confusões (ex: f/v; p/b; ch/j; p/t; v/z ; b/d...);
  2. - Possíveis inversões (ex: ai/ia; per/pré; fla/fal; cubido/bicudo...);
  3. - Possíveis omissões (ex: livo/livro; batata/bata...).
  1. - Criação de estruturas de despiste e reeducação precoces;
  2. - Consultas multidisciplinares para avaliação compreensiva de casos;
  3. - Formação de professores numa pedagogia específica;
  4. - Meios de informação sobre estruturas de apoio a alunos com dislexia.
Algumas dessas características poderão estar presentes, não é necessário encontrar na totalidade essas características para se considerar num quadro de dislexia,

Educação Pré-Escolar, os pais e educadores deverão estar atentos para os seguintes sinais, segundo refere a Associação Nacional para a Dislexia, do Brasil:
  1. - Falar tardiamente;
  2. - Dificuldade em pronunciar alguns fonemas;
  3. - Demora a incorporar palavras novas no seu vocabulário;
  4. - Dificuldade em fazer rimas;
  5. - Dificuldade em aprender cores, formas, números e a escrita do nome;
  6. - Dificuldade em seguir ordens e seguir rotinas;
  7. - Dificuldade na habilidade motora fina;
  8. - Dificuldade em contar ou recontar uma história na sequência certa;
  9. - Dificuldade em lembrar-se de nomes e símbolos.
Os pais e os educadores e professores são normalmente os primeiros a perceberem as dificuldades da criança. 

Uma criança, ao ser reconhecida como disléxica tem direito de ser vista com um olhar diferenciado, na realização de testes e avaliações , como também todo seu desempenho escolar .

Crê-se também que os disléxicos podem ter várias capacidades muito desenvolvidas. Poderão, por exemplo, privilegiar o pensamento com imagem ao invés das palavras, ser altamente intuitivos e ter uma grande imaginação.

• Inversão total ou parcial de palavras e números (ex: sol – los); 
• Substituição de palavras por outras de estrutura mais ou menos similar ou criação de palavras com significado diferente (ex: travessa – atravessava);
• Adições ou omissões de sons, sílabas ou palavras;
• Dificuldade em soletrar e escrever corretamente;
• Limitações na leitura e escrita, com muitos erros ortográficos e uma qualidade da caligrafia bastante deficiente; 
• Dificuldade na compreensão de textos; 
• Velocidade de leitura mais lenta, com omissões de linhas do texto e/ou sons;
• Confusão de letras com escrita parecida, mas com diferente orientação no espaço (ex: b e d; ajuda – aduja);
• Dificuldade em diferenciar letras que possuem um ponto de articulação comum e cujos sons são acusticamente próximos (ex: d – t);
• Problemas na distinção entre a direita e a esquerda e dificuldades de coordenação de motora; 
A constatação de que uma criança é possui dislexia provoca ansiedade tanto na família quanto na escola.
Na adolescência a dislexia pode vir acompanhada de problemas de comportamento, problemas com trabalho e de relacionamento com outras pessoas, pela falta de inclusão social e profissional dessa população, além de “marcas” em sua vida pela dificuldade escolar, o que pode acarretar em abandonar a escola.

• Facilidade para construir ou consertar coisas quebradas
• Ser um ótimo amigo
• Ter ideias criativas e achar soluções originais para os problemas
• Desenhar e/ou pintar muito bem 
• Ter ótimo desempenho no esporte
• Ter ótimo desempenho na música
• Demonstrar grande afinidade com a matemática
• Revelar-se bom contador de histórias 
• Sobressair-se como ator ou dançarino 
• Lembrar-se de detalhes

• Não há cura para a dislexia 
• O disléxico precisa de atendimento especializado, motivação, estabilidade emocional, ensino apropriado e cooperação entre pais, professores e especialistas.
• Identificar o período do dia em que seu cérebro “funciona” melhor.
• O disléxico geralmente traz uma longa história de cobranças e fracassos, motivá-lo exige de nós mais esforço e disponibilidade
• Se o disléxico não aprende do jeito que ensinamos, temos de aprender a ensinar do jeito que ele aprende.


       Na idade adulta, podem ser observados os mesmos sintomas básicos da idade escolar, podendo ocasionar dificuldades de relacionamento e dificuldades na vida profissional, além de depressão, baixa auto-estima e por vezes uso abusivo de álcool e drogas.







A Arte de Lecionar

Você conhece seu filho?

Professor, você conhece seu aluno?

Como ele sente, pensa e por que age de determinada maneira?
Você e o professor podem  não perceber que seu filho está pedindo ajuda...

Narrarei algumas atitudes e o que elas representam realmente:



Relato

Uma criança na sétima série, sabe  que é dia de leitura em voz alta e que sempre se dá logo após o recreio, então,  antes que o recreio termine ele começa a provocar os coleguinhas...
Ao entrar na sala, continua a provocação rindo e jogando bolinhas de papel, é só uma questão de tempo até ser retirado da sala pela professora. 
Pronto por hoje ele venceu, não será ele a ler em sala de aula em voz alta.UFA!Que bom. 

Atitude: Mau comportamento X Significado: Medo do erro e ser criticado.

A criança se sente envergonhada ou “anormal” por causa dasua dificuldade, a qual ele sabe que tem, mas não compreende e não sabe lidar, por isso vive sobre pressão, com medo que outros descubram sua “Dificuldade” e seja motivo de chacotas e zombaria.
Por isso, para evitar provoca situações parase esquivar do problema, falta as aulas e inventa doenças.
Se você quer ajudar seu filho, precisa compreender o que passa com ele e conversar para entender o que está acontecendo, normalmente a criança não tem medo do novo, da descoberta, ele busca e gosta de descobrir as novidades.

Algumas  perguntas podemser feitas sobre seu filho, para esclarecer o que se passa:

  • Ele tem medo de ler em voz alta? 
  • Dificuldade de encontrar um caminho? 
  • Guardar um recado?

Assim as coisas que a criança faz começa ter sentido, é puro medo de ser descoberto, de não conseguir executar a tarefa, que suas dificuldades venham a tona.

A carga emocional que o medo  causa pode ser esmagadora, por isto é tão importante enfrentá-lo(MEDO) com seu filho e possivelmente com a professora, fazendo com que ela tome conhecimento do fato, proporcionando situações facilitadoras e não constrangedoras.

Encoraje seu filho a falar de seus medos, para que ele entenda que você não vai rir, depreciar ou brigar com ele por isto.



Fonoaudióloga

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Imperdível Entrevista Com um Disléxico de 24 anos

Entrevista a Alberto Portugal pelo Facebook em 28/11/2011


Silvia: Fale sobre você, para podermos conhecê-lo...

 Nasci em um dia qualquer de outubro de oitenta e seis, tenho só uma irmã, minha mãe só cursou até o ensino médio, meu pai é desembargador. Morei em umas quinze cidades diferentes em virtude da profissão de meu pai como juiz de direito. Logo, estudei em umas trinta escolas, e tive problemas em todas elas. Aliás, sempre detestei estudar. Com quinze anos parei de estudar por causa de uma depressão profunda. Com dezesseis voltei, e logo parei. Terminei meu ensino médio em um supletivo desses que praticamente vende o diploma dois anos mais tarde.
Entrei numa faculdade de hotelaria, e me formei dois anos depois. Fiz faculdade de artes visuais, e me formei em dois mil e dez. Junto com esse curso, passei no vestibular em arquitetura e urbanismo... Descobri que tenho dislexia num grau super avançado, discalculia, tdah e toc... E tudo fez sentido: eu não sou burro, sou especial 

=D
 

O que diziam sobre suas dificuldades e o não gostar de estudar?

Alberto: preguiça pura... e o mais grave: eu acreditava

Silvia: O que fizeram seus pais buscarem ajuda? Como era seu comportamento na escola e em casa?

Alberto: Meus pais não buscaram ajuda... Quem buscou fui eu mesmo... Dislexia é um termo explorado agora... Assim como bullyng, que no meu tempo era nada mais que falta de respeito...

Silvia: desculpe me pelos erros de digitação...rsrs, fui... aliás...sou disléxica tb...rs.No meu tempo de escola não se dava nomes as dificuldades Só soube disto quando entrei na Faculdade de Fonoaudiologia.

 Como e quando você buscou ajuda? O que te levou a isto?

Alberto: Sempre fui um aluno esforçado. Tive medo de decepcionar meus pais, e nunca aceitei ser derrotado. Mesmo assim nunca fugi das recuperações, e em matemática só passei de ano por conselho de classe.
Busquei ajuda por causa do TOC, que estava insustentável... Tomava banhos de tres horas, arrumava a casa a madrugada inteira, tinha nojo de tirar o sapato, quase me separei por causa disso...
Aí, conversando com meu psiquiatra, fui encamminhado pra uma psicóloga, depois pra uma psicopedagaga, e descobrimos q o toc no meu caso foi uma defesa da dislexia

Silvia: Você tinha quando anos quando isto aconteceu?

Alberto: vinte e qualquer coisa.. nao sou bem com números ou datas


Silvia: Sei bem como é isto...Como você foi Diagnosticado como disléxico?

Alberto: Através de um ano inteiro de avaliações, com três psicopedagogas diferentes.

Silvia: O que te explicaram o que é dislexia?

Alberto: Muitas coisas, mas não lembro ao certo.... Sei que é um atraso leve, que as informações não se armazenam no lugar certo do cérebro. Na prática, eu penso uma coisa e falo outro diferente, não lembro da ordem das coisas, troco algumas letras falando, nem sempre conjugo o verbo corretamente, tenho dificuldade em concordâncias... E principalmente os números. Estes nem comento... 3 = B 6=G 9= P 1= i

Silvia: O que foi mais difícil em sua infância?

Alberto: a escola. sempre a escola de modo geral...e claro, os medos e as mania

Silvia: A seu ver, como e o que pais e professores devem ficar atentos na criança?

Alberto: Professores são quase sempre preguiçosos... não se esforçam pra pensar em um modelo diferente de avaliação dos alunos. É mais fácil reclamar pros pais do que insistir nos alunos..Pais tem medo de descobrir que seu filho tem uma doença intelectual sem cura... e evitam ao máximo

Silvia: Como e quando devem agir os pais ao perceber que o filho tem alguma dificuldade, pois não necessáriamente será um disléxico?

Alberto: As escolas têm psicopedagogos e pedagogos como coordenadores, não como clínicos. Acho que TODOS os alunos das escolas deviam passar anualmente por uma avaliação

Silvia: Em pleno século XXI, os educadores e as escolas ainda têm dificuldade em identificar a dislexia numa criança?

Alberto: muuuuuita... nossa, muita mesmo... não identificam nunca... porque em uma turma regular, aquele que não consegue fazer mesmo o professor ensinando cinco vezes é burro... por estas e outras que não acredito na eficiência do ensino inclusivo

Silvia: O que você acha sobre a informática nas escolas, podem ajudar ou prejudicar o desenvolvimento escolar da crança disléxica?

Alberto: acho que cada caso é um caso... no meu poderia ter ajudado


Alberto: paciência. devem respeitar muito o limite dos filhos... os meus sofreram um pouco qdo eu parei de estudar, mas me entenderam

Silvia:  Acha que só o professor particular pode ajudar a criança superar suas dificuldades?

Alberto: não... acho q qq professor tem obrigação a isso... Na faculdade eu tenho professores que não dão a mínima e tenho os q me passam de semestre de qq jeito...

Silvia:  Você acredita que existe alguma metodologia de ensino específica para crianças disléxicas?Que poderiam ser cuidadas em grupo?

Alberto: acho que sim... o método freinet não exige tanto raciocínio lógico, puxa mais pra criatividade

Silvia: Já não falaremos crianças, e sim indivíduos... Você fez reeducação com Profissional Especializado,como Fonoaudiólogo?

Alberto: não, só com psicólogo, psicopedagogo, e medicamentos. Como minha dificuldade não é auditiva ou oral, e sim de raciocínio, não vou a fono


Alberto: As três que eu fui em ctba não ajudaram

Silvia: E que todas as funções cerebrais se interagem?
Entendo...
Talvez seja pela maneira que elas viram a dislexia, não?

Alberto: no caso das dislexia não interagem não.. Eu penso certo, falo errado... Ouço certo, raciocino errado

Silvia: Eu como fonoaudióloga fico triste ao ler isto...mas bem tenho visto falhas em colegas na maneira de ver e tratar a Dislexia.Tal qual devo ter minhas falhas também... mas os resultados com a maneira que trabalho são de bons para excelentes, quando consigo a interação da família e escola.



Alberto: veja bem, acho que levantar bandeira de inclusão social é muito bonito.. pensam em rampas, em elevadores, em tradutores de libras... mas o resto fica muito vago. ensino inclusivo vai muito além...
tenho professores que já me disseram com todas as letras que um aluno disléxico e com discalculia não pode ser arquiteto. Que não vai conseguir ser ninguém na profissão... e eu fui nadando contra a maré, sofrendo muito, me batendo muito.
Estes dias até pensei em desistir...mas aí começaram as paraolimpíadas, e eu vi gente sem perna jogando futebol, gente sem braço nadando... e aí pensei: que limite é esse? é o limite que as pessoas colocaram em mim, e eu aceitei. Não é o meu limite... Meu limite ainda está longe de mim...

 Respeito em primeiro lugar. O resto é o disléxico que tem que aprender: a se impor, a pedir ajuda, a bater o pé e dizer que não sabe e que talvez nunca saberá...


Deixe seu recado para Todos que lidam com a Dislexia...Para finalizar deixe-nos as suas considerações finais sobre o tema ‘Dislexia’ que julgar importante ser esclarecido.


Alberto: Silvia, eu acho que todo tipo de dificuldade tem gera um benefício, ou melhor, uma facilidade. Eu me considero o cara mais criativo do mundo.. consigo imaginar coisas que minha irmã que é um crânio e fala cinco idiomas não consegue... Acho que aprendi a tirar proveito das minhas dificuldades. Rio de todas elas... Faço virar piada, e meus amigos já estão acostumadissimos com minha falta de senso de direção, com as minhas trocas, com a minha falta…
E acho que a dislexia não é o grande problema... problema são os brindes que vem com ela, como o toc (onde o disléxico desenvolve rituais pra se sentir confortável entre tantas decepções) e o TDAH

Silvia: Obrigada por seu tempo dispensado a esta entrevista, adorei.

Alberto: que bom! e eu quero ler este livro hein

Silvia: Vai me ajudar mais a olhar o Diléxico com olhar diferenciado, com mais carinho ainda que já faço

posso publicar a entrevista no meu blog?

 Alberto: Claro!

Silvia: ela vai ser a chamada inicial para o livro

Alberto: q bom!bjão

Silvia: Obrigada, beijos

Fim da conversa no bate-papo


Você gostou do tema abordado? Dê sua opinião.

Fonoaudióloga







segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Resposta para um Pai Aflito, Dislexia

Sinais de Alerta,Dislexia

Antes de tudo preciso dizer que o senhor falou pouco de seu filho, portanto escrevi de uma forma em geral, apenas para tranquilizá-lo.

Para que uma criança seja alfabetizada, é preciso que ela passe antes por uma série de etapas de desenvolvimento(ele passou por uma pré escola?), após as quais estará preparada para a aquisição das competências de leitura e escrita.

O período considerado adequado para a alfabetização bem sucedida situa-se entre os seis e os sete anos( não foi mensionado se ele tem 7 anos completos). 
Trata-se de um processo que poderá durar até dois anos, dependendo da maturidade da criança, dos estímulos que recebeu por parte dos adultos e do seu ritmo próprio. Este é o período considerado adequado para que a criança tenha completo domínio da leitura e da escrita.

Se uma criança não estiver bem preparada, durante o processo de alfabetização poderá apresentar dificuldades relacionadas com a coordenação motora fina e com a orientação espacial. Dificuldades que se refletem em fatos como não conseguir segurar o lápis/caneta com firmeza ou como orientar a escrita no papel. Poderá ainda apresentar problemas na identificação dos fonemas (Som das letras) e na sua associação aos grafemas (letras na escrita).

Dois fatores fundamentais determinam a rapidez e a facilidade com que a criança aprenderá a ler e a escrever: o estímulo da família e da escoladesenvolvimento do seu sistema nervoso.
No entanto, durante o processo de aprendizagem podem ser diagnosticadas várias dificuldades relacionadas com:
  • linguagem oral e escrita: atrasos na linguagem, problemas de desenvolvimento, déficits aos níveis cognitivo, perceptivo e emocional, dificuldades de concentração e hiperactividade, entre outras.

Se seu filho apresenta alguma destas dificuldades, é importante, encaminhar o caso para um profissional.

Não é considerado adequado alfabetizar uma criança aos sete anos, apenas em um ano lectivo. A concentração de aprendizagem num só ano poderá provocar uma alfabetização mecânica, ou seja, a criança corre o risco de se transformar num leitor que não entende o que lê.

É através da experiência, da observação e da exploração do seu ambiente, que a criança constrói conhecimento, modifica situações, reestrutura esquemas de pensamento, interpreta e procura soluções para novas situações. Tal favorece o seu desenvolvimento intelectual, principalmente durante a Educação Pré-Escolar.

Assim como Tom Cruise, ator Robin Williams possui distúrbios disléxicosPense um pouco sobre tudo que escrevi...E acalme-se.
Mesmo que venha ser uma Dislexia, não é nenhum bicho de sete cabeças...

ComTratamento e orientações adequados ele supera ...
E lembre-se... os maiores gênios da história eram Disléxicos e alguns famosos também o são.
  • Agatha Christie (escritora)
  • Charles Darwin (cientista)
  • Cher (cantora)
  • Franklin D. Roosevelt (32° presidente dos Estados Unidos)
  • Leonardo Da Vinci (artista e inventor)
  • George Washington (1º presidente dos Estados Unidos)
  • Napoleão Bonaparte (imperador da França)
  • Pablo Picasso (artista plástico)
  • Robin Williams (ator)
  • Thomas A. Edison (inventor da lâmpada)
  • Tom Cruise (ator)
  • Vincent van Gogh (pintor)
  • Winston Churchill (primeiro-ministro britânico)
  • Walt Disney (fundador dos estúdios Disney)
  • Whoopi Goldberg (atriz)









Silvia Garcia, Fonoaudióloga

terça-feira, 19 de julho de 2011

Distúrbios de Aprendizagem

A ajuda dos pais é fundamental
Quando alguém apresenta dificuldades para ler, escrever, se concentrar e/ou aprender, suas oportunidades de sucesso na escola e na vida são diminuídas. É comum que essas dificuldades sejam associadas a uma menor capacidade intelectual, porém o problema real pode ser algum Distúrbio de Aprendizagem.
Os Distúrbios de Aprendizagem podem ser encontrados em crianças, adolescentes e pessoas na fase adulta, eles geram dificuldades que são percebidas na escola e na vida das pessoas portadoras desses distúrbios.
Neste curso você conhecerá as Dificuldades e os Distúrbios de Aprendizagem, aprenderá suas causas, como detectá-los e tratá-los, além de conhecer qual deve ser o papel dos Pais, Professores e da Escola no tratamento dos distúrbios.
Aprenda tudo por meio de vídeo-aulas dinâmicas e interativas, com um tutor virtual, exemplos e exercícios. Você também pode baixar as apostilas do curso para arquivar e/ou imprimir. Ao final, receba o seu Certificado de Conclusão em casa, sem custo adicional.

Este curso online conta com:
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Silvia Garcia
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