Para pensar!


Mostrando postagens com marcador Aprendendo com a vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aprendendo com a vida. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O que é uma Comunicação Oral?



Comunicação Oral

 Nada mais é que um processo multifásico que envolve a coordenação de funções básicas.

As Funções Básicas são bem conhecidas, mas colocarei um esquema para pensarmos igualmente em cada uma dela.   



  • 1.    Respiração: Fonte de energia na qual a fala é executada;
  • 2.    Fonação: Energia de expiração que faz vibrar as cordas vocais, produzindo sons que variam de intensidade, tonalidade e duração;
  • 3.    Ressonância: É a amplificação destes sons dando características à voz;
  • 4.     Articulação: Os órgãos articuladores impedem ou interrompem a corrente de ar, fazendo a distinção dos sons;
  • 5.    Pronúncia: É a colocação dos sons da fala em sequencia silábica com as acentuações produzindo o sotaque, formação regional;
  • 6.    Dicção: É a maneira harmoniosa de pronunciar os sons da fala;
  • 7.    Simbolização: Envolve a formulação e compreensão da linguagem. A fala tem que ter coerência e significado, tem que ser aceita e compreendida pela comunidade;
  • 8.    Vontade de falar: Interação na cadeia interativa. A pessoa pode ter tudo acima em perfeito funcionamento, no entanto não querer falar devido a algum comprometimento emocional.


Quando vou avaliar a fala de uma pessoa com distúrbio decomunicação, o faço observando o desempenho total tirando minhas conclusões gestálticas, quando para tratamento fonoaudiológico, e analiso o discurso com espírito científico, pois assim posso levantar um padrão de comportamentos; com estes dados posso também, reconhecer o que não se enquadra na normalidade e desenvolver um plano de tratamento com menos chances de erro.

No próximo artigo falaremos de Comportamentos Fonoaudiológicos Anormais e Conduta do Fonoaudiólogo.

Silvia Garcia, Fonoaudióloga




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Seu Ano 2013 diferente...







Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir a ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalhavocê não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?) 



Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direito respeitados, começando pelo direito augusto de viver. 

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.


Superação da Timidez




(Carlos Drummond de Andrade)



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tudo tem solução, depende do ângulo que você olha!

Achei muito boa esta Lenda...tive que compartilhar!!! A Vida é um Belo Jogo de Xadrez...

Feijões ou Problemas

Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já haviam dado mostras de que eram os mais aptos, mas apenas um poderia sucedê-lo. 
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio, para colocar a sabedoria dos dois à prova: ambos receberiam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreender a subida de uma grande montanha.

Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar. No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando imensa dor.
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.

Prova encerrada, todos de volta ao pé da montanha, para ouvir do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta como é que ele havia conseguido subir e
descer com os feijões nos sapatos:

- Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei - foi a resposta.

Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...


Autor desconhecido, tem todos os créditos, recebi em um e-mail.

Silvia Garcia, Fonoaudióloga

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Last Works